segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

2009


ANTE O ANO NOVO


Ao finalizar o ano 1900, muitos pensadores argumentavam que o raiar do século XX marcaria o fim da fase religiosa da História.

Mas cá estamos, no século XXI e a mensagem do Cristo está bem viva e forte no pensamento e no coração de incontáveis pessoas.

Voltaire, escritor francês do século XVIII, imbuído desse espírito cristão, teve oportunidade de produzir excelentes peças de caráter religioso.

Hoje, neste início de mais um ano, é importante revermos tais escritos que nos remetem a uma profunda fé em Deus.

Exatamente aquele Deus que Jesus nos revelou como o Pai de todos nós. Um Pai que ama e por amor nos sustenta os dias.

Deus de todos os seres, de todos os mundos, de todos os tempos. Se é permitido a frágeis criaturas, não percebidas para o resto do Universo, atrever-se a Te pedir algo, a Ti, que tudo nos tens dado;

A Ti, cujos decretos são imutáveis e eternos;

Olha com piedade os erros de nossa natureza. Que esses erros não sejam calamidades.

Afinal não nos deste o coração para nos aborrecer e as mãos para nos agredir.

Faze com que nos ajudemos mutuamente a suportar o fardo de uma vida penosa e fugaz.

Que as pequenas diferenças entre os trajes que cobrem nossos frágeis corpos, entre nossas insuficientes linguagens,entre nossos ridículos usos, entre nossas imperfeitas leis, entre nossas insensatas opiniões, entre nossas condições tão desproporcionadas aos nossos olhos e tão iguais diante de Ti;que todos esses matizes, enfim, que distinguem os átomos chamados homens, não sejam sinais de ódio e de perseguição.

Que aqueles que acendem velas em pleno meio-dia para Te celebrar, tolerem os que se contentam com a luz de Teu sol.

Que os que cobrem seus trajes com tela branca para dizer que devemos amar, não detestem os que fazem o mesmo sob uma capa de lã negra.

Que seja igual adorar-Te em dialeto formado de uma língua antiga e em uma recém-formada.

Que todos os homens se recordem de que são irmãos!

Se os açoites da guerra forem inevitáveis, dá-nos condições de não nos desesperarmos.

Que não nos destrocemos uns aos outros em tempos de paz.

Que empreguemos o instante de nossa existência em bendizer em milhares de idiomas, desde o Sião até a Califórnia, Tua bondade que nos concedeu este instante.

Originados da mesma fonte, amparados pelo mesmo Pai, todos os homens somos irmãos.

Se as fronteiras nos dividem em países e nações, se os idiomas nos criam dificuldades de comunicação, se as distâncias nos impedem de nos entrelaçarmos, a vibração da fraternidade deve vigorar em nossos corações.

Todos fomos criados por amor, somos filhos da Luz e destinados à Luz.

Por ora, e somente por agora, nos situamos em painéis diferentes. Mas um dia, além do corpo, transcorrido todo o caminho, todos chegaremos ao mesmo fim. A Casa do Pai. A perfeição.


Redação do Momento Espírita com base em escritos de Voltaire. Extraído do endereço: http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=2077&stat=0.


domingo, 7 de dezembro de 2008


Eu e Lucas na feira em ITB!!!

Olá...





Óhhh... Santa preguiça!!!





Às vezes esqueço que tenho um blog...





Mas, como algumas pessoas andaram me lembrando disso durante a semana...





Pela zilésima vez... Juro q vou atualizar !!!





Rsrsrsrss...





Pelo menos... Já estou tentando!!!





Bjos pra tds...

sábado, 9 de agosto de 2008

Só pro meu prazer

Não fala nada

Deixa tudo assim por mim


Eu não me importo se nós não somos bem assim


É tudo real nas minhas mentiras


E assim não faz mal


E assim não me faz mal não


Noite e dia se completam no nosso amor e ódio eterno


Eu te imagino


Eu te conserto


Eu faço a cena que eu quiser


Eu tiro a roupa pra você


Minha maior ficção de amor


E eu te recriei só pro meu prazer





Só pro meu prazer





Não vem agora com essas insinuações


Dos seus defeitos ou de algum medo normal


Será que você não é nada que eu penso?


Também se não for não me faz mal


Não me faz mal não


Noite e dia se completam no nosso amor e ódio eterno


Eu te imagino


Eu te conserto


Eu faço a cena que eu quiser


Eu tiro a roupa pra você


Minha maior ficção de amor


E eu te recriei só pro meu prazer





Só pro meu prazer...


segunda-feira, 4 de agosto de 2008

NOTA DE FALECIMENTO

Os resquícios daquilo que um dia se chamou ILUSÃO comunicam o seu trágico falecimento.


Seu corpo já foi velado, cremado e suas cinzas lançadas na praia de ALTER DO CHÃO.


Ainda bem que era só METADE... Já pensou se fosse TUDO???


A família que não está enlutada agradece o apoio dos AMIGOS...







"Talvez um dia meu amor se extinga, então não tentes reavivar a chama" - Machado de Assis.




A cerimônia em Alter do Chão foi animada e cheia de supresas!!!


Rendeu um bronze bacana e uma marquinha ... Hehehe...


Só os amigos compareceram...



Sempre é tempo para recomeçar!!!

P.s.: Qnd a morte é prevista a gnt recomeça mais cedo!!! Quem quiser dicas de como sobreviver... Tenhu uma manual testado e comprovado!!! Vou até ser personagem no TCC da Suede!!! Bjuxx.. Comentem!!






sexta-feira, 1 de agosto de 2008

"OH, NÃO HÁ NADA COMO UM PÉ DEPOIS DO OUTRO."

MÁRIO QUINTANA

To bem melhor depois de uns dias bem mal.. Hehehehe...A dor de dente passou... Agora é o coração que está doendo!!!
Xaudade, xaudade, xaudade!!!
Porque será que é tão difícil SER FELIZ????